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Mostrando postagens de março, 2017

Sobre a estrutura do curso

Outra informação que foi disponibilzada aos secretários de saúde é sobre a estrutura do curso: Programa: Aulas teóricas e práticas . Para facilitar a liberação dos profissionais, as disciplinas serão concentradas em uma semana a cada mês. Nas semanas de aulas será exigida dedicação exclusiva, com a liberação formal do profissional junto a chefia, através de documento entregue na inscrição para a seleção. Os alunos devem defender dissertação para receber o título de mestre, com orientação por docente do programa, que conta com mais de 50 doutores da FIOCRUZ, UFMG, UFF, UFRJ, USP e UFRGS, entre outras . Acredito que é importante discutir as razões que nos levaram a optar por essa estrutura, e também destacar algumas particularidades do curso. A opção por disciplinas condensadas em uma semana se dá no sentido de facilitar a participação de funcionários, não só do Rio de Janeiro mas especialmente de outros municípios e regiões do país. Entretanto, o curso atualmente não possui re...

Esclarecimento sobre o público alvo do Mestrado Profissional em Vetores

Em uma comunicado que enviamos recentemente a secretários estaduais e municipais de saúde, incluímos uma breve descrição das expectativas do curso: Objetivo e público alvo: formar profissionais altamente qualificados para atuar no controle e na vigilância de vetores de patógenos causadores de doenças como Dengue, Malária, Zika, Leishmaniose, Chagas, Esquistossomose , Filarioses , Oncocercose , entre outras. O curso foi pensado para profissionais vinculados ao serviço público de saúde , nos diferentes órgãos municipais, estaduais e federais. Uma dúvida que tem sido levantada por docentes e interessados é quem pode se matricular no processo seletivo. Como o programa foi criado em função de uma demanda do Ministério da Saúde, nós pensamos inicialmente na formação de agentes que estão vinculados formalmente ao serviço. Contudo, dois fatores principais levaram a comissão de pós graduação a decidir abrir as inscrições a todos os profissionais liberais que estejam interessados. ...

Reunião de apresentação do Mestrado Profissional em Vigilância e Controle de Vetores

A coordenação do Mestrado Profissional em Vigilância e Controle de Vetores do IOC convida a todos para participar da reunião de apresentação do curso, que será realizada no dia 23 de março (quinta-feira), às 10h, no auditório Maria Deane – Pavilhão Leônidas Deane (no campus de Manguinhos da FIOCRUZ). Vale destacar que a participação da comunidade científica é de fundamental importância para a inclusão de novos nomes no quadro de docentes e de orientadores do curso.  A reunião é aberta a todos os interessados no programa. Pauta da reunião: Breve histórico da proposta submetida a CAPES e resultado da avaliação Estrutura do programa e adequação às especificidades do mestrado profissional Público-alvo, disciplinas e cronograma de atividades Rápida apresentação dos membros da coordenação Perguntas e esclarecimentos. Para mais informações, entrar em contato com a coordenação do Programa pelo telefone 2562-1443 ou pelo email  posgvcv@ioc.fiocruz.br .

Disciplinas do curso

O curso de Mestrado Profissional em Vigilância e Controle de Vetores contará com 9 disciplinas obrigatórias. Cada disciplina terá as aulas concentradas durante uma semana, e os alunos devem cursar uma disciplina por mês. Esse formato foi escolhido para facilitar a liberação de profissionais por seus respectivos chefes. As disciplinas e seus coordenadores são listados a seguir, 1. Metodologia do Trabalho Científico – coord. Dr. Fernando Genta e Dra. Mariana David (IOC) 2. Controle de Vetores – coord. Dra. Denise Valle (IOC) e Mário Sérgio Ribeiro (SES-RJ) 3. Taxonomia clássica – coord. Dr. Reginaldo Brazil e Dra. Suzete Gomes (IOC) 4. Ecoepidemiologia das Doenças Transmitidas por Vetores– coord. Dra. Nildimar Honório (IOC), Dr. Mauricio Vilela (IOC) e Cristina Giordano (SES-RJ) 5. Biologia de Vetores e Interação Patógeno-Hospedeiro – coord. Dra. Daniele Castro (IOC), Dra. Ana Claudia Melo (UFRJ) e Dr. Ricardo Nascimento Araújo (UFMG) 6. Sistemática mo...